A Reforma Tributária já deixou de ser promessa e virou realidade no Brasil. Com a aprovação da Emenda Constitucional e a criação do novo modelo de tributação sobre consumo, que inclui a CBS e o IBS, o cenário empresarial vai mudar drasticamente nos próximos anos. Empresas que não se prepararem agora podem simplesmente desaparecer do mercado. E não é exagero. A nova sistemática exige organização, controle e estratégia tributária de verdade.
Se você é empresário, precisa entender quais negócios estão mais ameaçados com a Reforma Tributária no Brasil e como proteger sua empresa antes que seja tarde.
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O primeiro grupo são as empresas que não emitem nota fiscal de tudo o que vendem. Com o avanço da fiscalização digital integrada pela Receita Federal e Estados, o cruzamento de dados será automático. Pix, cartão, movimentação bancária e notas fiscais estarão interligados. Não declarar faturamento deixou de ser “jeitinho” e passou a ser risco real de autuação pesada, multas e até exclusão do regime tributário.
O segundo tipo são as empresas enquadradas no regime tributário errado. Muitas empresas estão no Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real sem qualquer estudo tributário prévio. Com a chegada da CBS e do IBS, erros de enquadramento podem significar pagamento muito maior de impostos. Planejamento tributário deixou de ser luxo e virou questão de sobrevivência.
O terceiro grupo são os negócios que não controlam estoque corretamente e não classificam produtos com atenção ao NCM, CST e demais códigos fiscais. No novo modelo de débito e crédito, perder crédito na entrada significa aumentar custo e reduzir margem de lucro. Quem não organizar a parte fiscal vai pagar mais imposto do que deveria.
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Outro erro grave é misturar Pix pessoal com conta da empresa. A separação entre pessoa física e pessoa jurídica será cada vez mais monitorada. O cruzamento eletrônico de dados financeiros é uma realidade e pode levar a fiscalizações automáticas. Organização financeira agora é obrigação estratégica.
Empresas que não fazem DRE, não acompanham fluxo de caixa e não sabem exatamente onde está o lucro também estão na zona de risco. Sem gestão financeira real, não há como identificar oportunidades de economia tributária. Crescer sem controle pode levar ao colapso.
Outro ponto crítico é o desconhecimento do novo sistema de débito e crédito. A lógica muda. Quem compra corretamente, registra tudo e aproveita créditos paga menos. Quem não entende o funcionamento do sistema pode acabar pagando o dobro de imposto por falta de estratégia.
Empresas que só falam com o contador na hora de pagar impostos também terão dificuldades. A nova fase exige contabilidade consultiva, acompanhamento mensal, análise de indicadores e planejamento contínuo. O contador estratégico passa a ser peça-chave na tomada de decisão.
Por fim, negócios que ignoram tecnologia estão praticamente assinando a própria sentença. Sistemas desatualizados, controles manuais e planilhas improvisadas aumentam erros fiscais e reduzem competitividade. A transformação digital não é tendência, é necessidade imediata.
A Reforma Tributária não vai acabar com empresas fortes. Ela vai eliminar empresas desorganizadas.
Se você quer sobreviver e crescer nesse novo cenário, comece agora: emita todas as notas fiscais, revise seu enquadramento tributário, separe totalmente as finanças pessoais das empresariais e conte com uma assessoria estratégica que vá além da simples apuração de impostos.
Sua empresa está preparada para 2026 e 2027?
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Quem se antecipa paga menos imposto. Quem espera, paga o preço.