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Medicamentos têm alíquota reduzida — e alguns, alíquota zero. Mas perfumaria, higiene, cosméticos e o caixa das vendas no cartão são impactados. O sistema já está em vigor desde janeiro de 2026, ainda em fase de teste: sua farmácia precisa reprecificar o mix antes que a conta chegue cheia em 2027.
A Reforma muda a tributação de cada categoria de produto e a forma como o imposto é recolhido. Para uma drogaria, isso mexe com preço, margem e — principalmente — com o caixa.
A LC 214/2025 prevê redução de 60% na alíquota de IBS/CBS para medicamentos em geral e alíquota zero para uma lista específica (incluindo tratamentos de doenças graves). Bem aproveitado, isso melhora sua competitividade de preço — mas exige classificação correta produto a produto.
Com o split payment, o IBS e a CBS são recolhidos automaticamente na liquidação do pagamento. Como a drogaria vende muito no cartão, parte do dinheiro já sai direto para o Fisco — mudando totalmente a dinâmica do fluxo de caixa se não houver planejamento.
Acaba a substituição tributária e o PIS/COFINS monofásico. Perfumaria, higiene e cosméticos passam a seguir a regra geral, com alíquota cheia. É preciso segregar o mix, revisar preços e mapear os créditos para não perder margem na virada.
Entenda o que acontece em cada fase e por que 2026 é a última janela real para ajustar a sua drogaria.
A reforma é oficializada. IBS, CBS e Imposto Seletivo são criados na Constituição.
A LC 214/2025 define a lista de medicamentos com redução de 60% e com alíquota zero.
IBS 0,1% + CBS 0,9%, ainda em caráter informativo. Mas a partir de 3 de agosto a nota eletrônica é rejeitada sem os campos de IBS e CBS — e esta é a última janela para segregar o mix, revisar preços e preparar o caixa.
Em 1º de janeiro, PIS e COFINS são extintos e a CBS passa a valer cheia (estimada em torno de 8,8%). Drogarias que não reprecificaram o mix sentem o impacto direto na margem e no caixa.
Migração progressiva para o IBS. Drogarias mal preparadas acumulam perdas de margem em toda a transição.
Modelo antigo completamente extinto. Quem não se adaptou opera com preço e caixa desajustados.
O impacto da Reforma na sua drogaria depende 100% de como o mix, os preços e o caixa estarão organizados quando ela chegar.
Com mais de 25 anos de expertise, Luiz acompanhou todas as grandes mudanças tributárias do Brasil — e sabe como proteger a margem e o caixa de drogarias e comércios em transição. Ele traduz a complexidade da Reforma em ações práticas para a sua farmácia.
Especialização em Planejamento Tributário e Gestão do Varejo
25 anos de atuação contínua no mercado contábil
Recuperação de créditos, monofásico, ICMS-ST e Simples Nacional
Drogarias e comércios em todo o Brasil — da farmácia de bairro à rede
Fale com Luiz Pereira e descubra como aproveitar o desconto dos medicamentos, reprecificar o mix e proteger o caixa da sua farmácia.
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